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Tchello d'Barros
Biografia e Fortuna Crítica
Tchello d'Barros
Nasceu em Brunópolis,
em
1967. É escritor, artista visual e viajante.
Residiu em 12 cidades, sendo 15 anos em Blumenau/SC, onde iniciou a carreira
artística.
Percorreu 20 países em constantes pesquisas na área cultural e desde 2004 está
radicado em Maceió/AL, onde produz obras em desenho, pintura, infogravura,
fotografia, instalação
e poesia visual. Publica textos regularmente em jornais, revistas, sites e
eventualmente
ministra palestras, oficinas literárias e cursos de desenho.
Na Literatura, publicou 5 livros de
poesia e vários Cordéis. Também publicou textos
em mais de 30 coletâneas e antologias. Foi sócio-fundador e presidente da
Sociedade Escritores de Blumenau, tendo criado e realizado diversos projetos
literários.
Foi ainda idealizador e um dos coordenadores do Fórum Brasileiro de
Literatura.
Nas Artes Visuais, realizou 18
mostras individuais e participou de mais de
20 exposições coletivas. Como designer, desenvolveu criações gráficas para
agências
de publicidade, estampas para a moda e indústria têxtil, produziu ilustrações
para jornais, revistas e livros, ultrapassando 10.000 imagens.
Foi gestor de Literatura do APL
Cultura em Jaraguá,
é membro fundador e um dos coordenadores do Fórum de Artes Visuais de Alagoas,
e integra a Câmara Setorial de Artes Visuais - Minc/Funarte.
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Artes Visuais - Exposições Individuais Selecionadas:
Convergências - Poemas visuais – NAC – João Pessoa/AL – 2006
depois na Galeria de Artes do Senac – Maceió/AL - 2007
depois no MISA – Maceió/AL - 2007
Labiríntimos - Infogravuras – EBEC Galeria de Arte – Salvador/BA - 2006
depois na Casa da Arte – Maceió/AL - 2007
Grafos & Cromos - Infogravuras – Galeria do Sesc – Maceió/AL - 2006
Diálogos Foto-Poéticos - Plotagens – Pinacoteca UFAL – Maceió/AL – 2004
depois no Espaço Cultural da CBTU - Maceió/AL - 2004
depois na Galeria Capibaribe CAC/UFPE - Recife/PE - 2005
depois no Centro Cult. S. Francisco – João Pessoa/PB - 2006
Conversas Com Versos - Instalação - Teatro Deodoro - Maceió/AL - 2004
Equação Nívea - Fotografia - Oficina Cultural Sebrae - Maceió/AL - 2004
Relevos Revelados - Infogravuras - MISA - Maceió/AL - 2004
E O Verso se Fez Carne - Fotografias – IAB - Ponta Verde - Maceió/AL – 2004
Apelos Pela Pele - Desenhos – Castelo do Turismo – Blumenau/SC - 2003
América do Sul - Fotografias - Shopping Neumarkt - Blumenau/SC - 2002
Ânima - Infogravuras - Galeria SEMED - Blumenau/SC – 2000
Moradas do Fogo - Pinturas – Shopping Neumarkt – Blumenau/SC – 2000
depois no Senai – Blumenau/SC - 2000
Anatomia de Vênus - Desenhos – Gal. do Papel/FCB – Blumenau/SC - 1999
Pelo Amor de Deus - Pinturas - Fundação Cultural de Blumenau/SC – 1996
depois na Fundação Cultural de Gaspar/SC – 1996
Cosmovisão - Pinturas – Câmara de Vereadores de Blumenau/SC - 1995
Sincronicidade - Infogravuras - Museu/Biergartem - Blumenau/SC - 1996
Países Imaginários - Pinturas - Viena Park Hotel - Blumenau/SC – 1994
depois na Caixa Ec. Federal – Blumenau/SC - 1995
Corporificação - Pinturas - Hall da Reitoria da FURB - Blumenau/SC - 1993
Artes Visuais - Exposições Coletivas Selecionadas:
ArteCiência - Infogravuras – Espaço Ciência – Olinda/PE - 2008
Arte na Casa - Infogravuras – Arte na Casa/Jaraguá – Maceió/AL - 2008
Desenho no Plural - Fotografias – Galeria Dmae – Porto Alegre/RS - 2008
VI Arte Jovem Brasileira - Infogravuras – F. P. C. Magno – Niterói/RJ - 2007
II Fotogarça - Fotografias – Galeria de Artes do Senac – Maceió/AL - 2007
As Cordas Que Nos Cercam - Infogravuras – MISA - Maceió/AL – 2007
Semana de Artes Esamc - Infogravuras – Fac. Esamc - Maceió/AL - 2007
Semana de Artes Esamc - Poemas visuais – Fac. Esamc - Maceió/AL - 2006
SPA 2006 - Ideogramas/Plotagens – Cia. Great Western – Recife/PE - 2006
Projeto Corredor das Artes - Poemas visuais – CCEM – Maceió/AL – 2006
Universidarte - Fotografias – Univ. Estácio de Sá – Rio de Janeiro/RJ - 2006
Afetos Roubados no Tempo - Livro-objeto – CAC/UFPE – Recife/PE – 2006
depois no Museu Théo Brandão – Maceió/AL - 2006
depois na Fac. Santa Marcelina – São Paulo/SP - 2006
depois na Caixa Cultural – Salvador/BA – 2007
depois no 14º Fenart – João Pessoa/PB - 2008
III Bienal da Gravura
- Infogravuras - 11º Fenart - João Pessoa/PB - 2005
Projeto Corredor das Artes - Infogravuras – CCEM – Maceió/AL – 2005
Quatro Quadrantes - Pinturas – Castelo do Turismo – Blumenau/SC - 2003
A Mulher sob o Olhar do Artista - Pinturas - Dicave - Blumenau/SC – 2000
Mostra coletiva de Artes - Pinturas – Galeria Semed – Blumenau/SC - 1998
Caldeirão Cultural - Infogravuras - Espaço Weinstub/FCB - Blumenau/SC – 1997
O Verde de Nossa Terra – Pintura – Furb – Blumenau/SC – 1996
Coletiva da Bluap - Pinturas – Hotel Blu Tower – Blumenau/SC - 1995
Coletiva da Bluap - Pinturas – Clube Ipiranga – Blumenau/SC - 1995
Coletiva da Bluap - Pinturas – Hotel Blu Tower – Blumenau/SC – 1994
Arte Contemporânea na Empresas – Pinturas - Grupo Lince – Gaspar/SC - 1994
Arte na Fábrica – Pinturas – Empresas Hering – Blumenau/SC e Região - 1994
Arte à 3 X 4 - Painel/Desenho - Blumenau, Rio do Sul e Tubarão/SC - 1994
4 Arteiros Contemporâneos - Pinturas - CTB - Bal. Camboriú/SC - 1994
Poesia Visual - Poemas Visuais - Gal. do Papel/FCB - Blumenau/SC – 1994
Poesia Visual - Poemas Visuais - Biblioteca da Furb – Blumenau/SC - 1994
I Salão de Arte A Cor da Corda - Instalação - FCB - Blumenau/SC - 1994
X Salão de Arte de Itajaí - Pinturas – Casa Dide Brandão -Itajaí/SC – 1994
Coletiva de Artes da Bluap - Pinturas – Clube Ipiranga – Blumenau/SC - 1993
Literatura – Livros publicados:
Cordéis - Poesia
de Cordel - Ed. de autor – Maceió/AL - 2006
À Flor da Pele - Poesia - Ed. Cultura em Movimento – Blumenau/SC - 2003
Olho Zen - Poesia - Ed. Multi-prisma – Blumenau/SC - 2000
Letramorfose - Poesia - Ed. Cultura em Movimento – Blumenau/SC - 1999
Palavrório - Poesia - Ed. de Autor – Blumenau/SC - 1996
Olho Nu - Poesia - Ed. Letras Contemporâneas – Florianópolis/SC - 1996
Textos publicados em antologias e coletâneas:
Antologia do III Encontro do Portal CEN de Portugal - Blumenau/SC - 2008
Hai-Kais em Setembro (Ed. Nova Letra - Blumenau/SC) 2007
Blumenau em Cadernos - Edição de 50 anos - FCB - Blumenau/SC - 2007
Gente Que É - Ed. SEB – Blumenau/SC - 2007
Jóias Literárias - Ed. Estúdio Criação + SEB - Blumenau/SC - 2007
A Poesia das Alagoas - Edições Bagaço - Recife/PE - 2007
O Conto das Alagoas - Edições Bagaço - Recife/PE - 2007
BlumenauAçu na Ponta dos Dedos - FCB - Blumenau/SC - 2007
Contos de Natal - SEB – Blumenau/SC - 2006
Um Rio de Letras - Vol. III - SEB - Blumenau/SC - 2006
Um Rio de Letras – Vol. II - SEB - Blumenau/SC - 2005
Pão e Poesia – Vol. II - Ed. Cultura em Movimento - Blumenau/SC - 2004
Um Rio de Letras – Vol. I - SEB - Blumenau/SC - 2002
Pão e Poesia - Vol. I - Ed. Cultura em Movimento - Blumenau/SC - 2002
Leituras de Mundo - Vol. II - Ed. Cultura em Movimento - Blumenau/SC - 2002
Metafísica Cotidiana - Ed. Letradágua + Fund. Cultural de Timbó/SC - 2001
Espelhos da Língua - SEB + Ed. Cult. em Movimento – Blumenau/SC - 2000
Inspiração Erótica - Ed. Literarte - Jundiaí/SP – 2000
A Sensualidade da Língua – Ed. Literarte – Jundiaí/SP - 1999
Conto Poesia - Vol. III - Ed. Sinergia - Florianópolis/SC - 1999
Horizontes - Ed. PD/Poesia Diária - São Paulo/SP - 1999
BlumenauAçu - Ed. Cultura em Movimento - Blumenau/SC - 1998
Laboratório de Poesia - FCB – Blumenau/SC - 1996
Viva Poesia - FCB - Blumenau/SC - 1996
Sul Azul - Câmara de Vereadores de Blumenau/SC - 1995
A Poesia e o Operário - Sesi – Blumenau/SC – 1994
Blumenália Poética – Vol. II - Lauro Lara Editora – Blumenau/SC - 1994
Cidade de Criciúma
- Ed. Calpi - Criciúma/SC - 1994
Alma de Poeta entrevista Tchello d'Barros
Um pouco de sua trajetória, um
tanto dos agitos atuais.
Clique na imagem abaixo:

Fortuna Crítica
Clemente Padin
Luiz Eduardo Caminha
Rodolfo de Athayde
Matilde Matos
Cleomar Rocha
Nadja Mª Fonseca Peregrino
Ângela Mª Fernandes de Magalhães
Bruno Monteiro
Mario Sette
Ana Glafira
Benedito Ramos
Luis Alberto Machado
Francisco Oiticica-Filho
Cláudio Bergamini
Marcial Lima
Jairo Martins
Tuca Maria José Ribeiro
Al- Chaer
Marcelo Steil
Nassau de Souza
Vilson do Nascimento
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“Toda criação genuína é
experimental em relação à sua linguagem.
A leitura é a verdadeira vedete dessa série singular. Por um lado nos oferece a
possibilidade de decidir por nós mesmos o valor vivencial que esses poemas têm
para nós em
relação a nossos repertórios de conhecimentos e experiências pessoais. E, por
outro, ao
questionar a poesia tradicional, nos obriga a criar, ou estabelecer novos modos
de
interpretação, o que nos situa como co-criadores pois, ainda que Tchello
d'Barros nos
ofereça novas formas, parcialmente incompreensíveis, também nos brinda, dentro
de
cada poema, os elementos necessários para sua interpretação.
Apenas temos que descobri-los...”
Clemente Padin – Montevidéo / Uruguay – outubro de 2006
Poeta Visual, Editor e Pesquisador de Literatura experimental
Texto de parede da exposição de Poesia Visual no NAC em João Pessoa/PB
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“tchello girando pela
mandala tamarineira nas (im) possibilidades
do poema deixando sua lógica pros mortais.
tchello
que nunca fotografa nem sei se fotografa as letras e poemas
que e/ letra/ fica / recita dos poros e gretas seu organismo sul cardeal
voa e surta na aura das coisas em passados e desfuturos.
tchello humoriza e demoniza em centenas ou milhares de letras autopoéticas todos os retratos. “
Rodolfo de Athayde – João Pessoa/PB - outubro 2006
Artista visual e produtor cultural
in: Texto de parede p/ a mostra "Noções Unidas" no NAC de João Pessoa/PB
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“Tchello
tornou-se, é verdade, um cidadão do mundo, tantas andanças fez à procura de
concretude que possa lhe encher seu ser abstrato e abstraído... os poemas
visuais de Tchello
falam por si só e permitem a interpretação que cada um lhes quiser dar de acordo
com
o que vê e o que lhe fala o conteúdo do que vê.”
Luiz Eduardo Caminha – Blumenau/SC – novembro/2006
Poeta, Editor e Coordenador do Stammtisch em Blumenau/SC
in: Matéria para a sessão Das Letras do site www.stmt.com.br
referente à exposição de Poesia Visual no NAC em João Pessoa/PB
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“Tchello
é dono de texto escorreito e artista gráfico. Maneja formas e cores com a
correção da sua prosa, e a poesia dos versos que compõe. O interesse pelo
labirinto foi
despertado ao traduzir ninguém menos que Jorge Luis Borges, daí passou a ver
como eles se apresentavam em diferentes formas e lugares inusitados, dos jogos
de criança às naves
e adros de velhas catedrais européias.
Transpor nas suas
infogravuras os labirintos que a teia da vida estabelece,
foi decorrência natural. Nas gravuras eles se configuram variados e coloridos,
as formas
vão se arrumando nos diversos padrões, a atração das cores conduz o olhar do
espectador
que se entretêm em compará-las, querendo encontrar a preferida.
A proposital apresentação sem qualquer ordem predeterminada favorece essa
leitura que privilegia a espontaneidade própria da arte gráfica.”
Matilde Matos – Salvador/BA - outubro de 2006
Curadora e crítica de artes da ABCA e AICA
in: Texto de parede p/ a mostra "Labiríntimos" na EBEC Galeria de Artes em Salvador/BA
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Ten(s/ç)ões
“Da geometria clara à sinuosidade das linhas curvas, tênues, que
serpenteiam em busca de conformações morfológicas menos rígidas, em
vão(s). Do contraste extremo do preto com o branco aos tons de cores
intensas, ainda que de matizes próximas. Assim é a exposição 'Grafos
& Cromos", do artista Tchello d'Barros. A ludicidade da organização de
grafos e cromos – formas e cores – oscila entre a regularidade
geométrica e a vibração cromática, buscando acentuar o contraste, o
detalhe, a tensão que lastreia o olho do observador, buscando ali
referências emergidas do abstrato, consolidadas na concretude
mnenômica dos jogos ópticos, das tramas visuais, do espaço que foge e
se redimensiona. De orientação concretista, o foco estilístico se
perde na multiplicidade, aspecto da pós-modernidade que perpassa o
trabalho, golpeia a referência e a faz vibrar em novos sons, ousados,
contrastantes.”
“Pentágonos, espirais, quadrados, os grafos tangenciam a regularidade,
mantêm o gesto contido nas linhas que saracoteiam e, coadunadas com as
cores, produzem efeitos de subjetivação, em tensões e tenções. O
contexto poético do artista lança mão de tensões visuais e se insinua,
em tenções gestaltistas de estremecimento, movimento, represadas em
uma morfologia regular.”
Cleomar Rocha, PhD – Salvador/BA – maio de 2006
Doutor em Comunicação e Cultura Contemporâneas
Presidente da ANPAP - Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas
in: Texto de parede p/ a mostra "Grafos & Cromos" na Galeria do Sesc em Maceió/AL
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“Tchello d’Barros,
também herdeiro da herança construtiva, nos faz pensar
com suas combinações poéticas, no dilema da arte, que oscila entre construção e
expressão.
Por meio de suas ‘poesias espacializadas’, cria um fluxo gráfico...uma
composição que,
indo além da
superfície, vai se impregnando dos diversos sentidos propostos pelo jogo
poético.
Trata-se portanto, de experimentos visuais essencialmente lúdicos, que estão bem
próximos da poesia concretista e do papel culminante que a experiência poética
tem
na trajetória do artista. As representações ali presentes são determinadas
pela poesia no campo da arte, gerando resultados intensamente minimalistas.”
Nadja Mª Fonseca Peregrino – Rio de Janeiro/RJ – abril de 2006
Curadora, Pesquisadora e Profª. de Artes
Ângela Mª Fernandes de Magalhães
Curadora, Pesquisadora e Profª. de Artes
in: Texto p/ a mostra “Diálogos Foto-poéticos”
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“Tchello d’Barros
é artista
plástico e poeta, tendo publicado 5 livros e participado de mais
de 30 exposições, entre individuais, coletivas e salões, notadamente em
Maceió/AL e Blumenau/SC.
Sua atuação é plural, tendo percorrido atividades no teatro, cinema,
literatura e artes visuais,
estas últimas com maior intensidade, incluindo prêmios literários alcançados.
Vivendo em Maceió desde 2004, o artista já visitou vários países em pesquisas
culturais que ampliam seu repertório poético, visto no esmero de enunciados e
enunciações que seus textos visuais constroem.
Cleomar Rocha, PhD – Salvador/BA – abril de 2006
Crítico de Arte, Curador e Presidente
da ANPAP – Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Visuais
in: Texto p/ a mostra “Diálogos Foto-poéticos”
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“O ensaio que
Tchello mostra, aqui, é o produto de sua pesquisa a partir de
sua relação com o design gráfico, como é, de outra maneira, de suas especulações
recentes em
torno dessa jovem ferramenta matricial – a infografia. As mandalas que constrói
são simples
para um desenho, que não é fácil. Tchello cruza este “ciclo”, cuja
história se confunde
com a presença do que chamamos de inteligência no Planeta com a religião
– acrescenta a isso as nossas cores – verde e amarelo.
De alguma forma ele
experimenta o amuleto, mas elabora isso pela imagem e
fixa-os na impressão e, aí, fala e aponta para um registro de um por vir místico
– para fora do humano e do natural.”
Bruno Monteiro – Recife/PE – outubro de 2005
Representante da Câmara Setorial de Artes Visuais – Minc/Funarte
in: Texto p/ a série “Pantáculos Pentágonos ” III Bienal da Gravura – João Pessoa/PB
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“A proposta de
Tchello expõe em grande dimensão (ou seja, em alto e bom som),
a “orientalização” de um texto lírico ocidental. O discurso verticalizado
corresponde
a uma proposta totêmica para sua principal possibilidade de sentido.
Horizontalmente
predomina o “nonsense”, é uma opção de leitura cujo
sentido raramente se organiza numa idéia totalmente clara, completa, construída
intencionalmente e elaborada. O trabalho comporta outras possibilidades de
leituras.
Elas se complementam plasticamente.”
Mario Sette – Recife/PE – novembro de 2005
Coordenador do IAC - Instituto de Arte Contemporânea/UFPE
in: Texto p/ a mostra “Diálogos Foto-poéticos” no CAC/UFPE
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“O que Tchello d’Barros instaura e propõe com sua precisão/difusão visual e
verbal é o exercício de uma criação inteligente, lúdica e bem-humorada.
A percepção das
aliterações e sibilações somada aos jogos e imagens semânticas nos
permite reconhecer sentimentos e verificar novas possibilidades de
expressá-los.”
Ana Glafira – Maceió/AL – junho de 2004
Artista visual, curadora e titular da Câmara Setorial de Artes Visuais - Minc/Funarte
in: Texto p/ a série “Poemagma e Enigmagem” da exposição “Indivisuais” na
Pinacoteca do Espaço Cultural da UFAL em Maceió/AL
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“A leitura do conjunto leva o espectador a compor o seu erotismo pessoal.
É assim que Tchello
d’Barros trabalha com a intimidade
do corpo que se revela ao gesto simples do olhar.
Fragmentos apenas da epiderme nua. Uma visão particular, intimista
do real palpável que se disfarça nesta interação entre o artista e a modelo.”
Benedito Ramos – Maceió/AL – agosto de 2004
Crítico de Arte e professor de pintura
in: Texto p/ a mostra “E o Verso se Fez Carne” no COSU do IAB/AL em Maceió/AL
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“E isso através de dois
olhares em dois formatos: o da fotografia e o da poesia
visual. Na verdade, uma poesia no olhar em duas manifestações que interagem
entre si
e resultam num verdadeiro espetáculo de criatividade...E não podia ser
diferente:
Tchello
d’Barros é
poeta, artista plástico e visual.”
Luis Alberto Machado – Maceió/AL – setembro de 2004
Escritor, Jornalista e Editor
in: Texto p/ a mostra
“Combogós e Mandalas” no MISA Museu da Imagem
e do Som de Alagoas em Maceió/AL
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“A poesia de Tchello
d’Barros aspira sincronizar os sentidos que asseguram a percepção
estética mobilizando o aparato ‘verbivocovisual’ do modo lírico....
E mais, Tchello
constrói uma poesia atraente e jocosa, impregnado da fala urbana afetuosa,
com a qual nos sentimos afetados.”
Francisco Oiticica-Filho – Maceió/AL – junho de 2004
Crítico de Arte e Dr. em Literatura e Sociedade
in: Texto p/ a mostra “Indivisuais” na Pinacoteca do Espaço Cultural da UFAL em Maceió/AL
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“As fotos de Tchello não pedem o olhar pronto, predeterminado, evidente.
Elas não são o que são:
são o que revelam. E, sendo assim, precisam ser olhadas através
delas próprias, ou a partir delas. Têm a dimensão do imaginário alagoano."
Marcial Lima – Maceió/AL - outubro de 2004
Ator e presidente da Fundação Municipal de Ação Cultural de Maceió/AL
in: Texto para a mostra “Conversa com Fotos com Versos” no COSU do IAB/AL
em Maceió/AL
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“Diferente das Mandalas
sofridas do Museu de Imagens do Inconsciente, as
Mandalas cibernéticas de Tchello d’Barros são luminosas e dinâmicas,
ascéticas e perfeitas,
convidam a uma faxina mental e o retorno da busca da perfeição, ao mesmo tempo
em que
reportam à busca obsessiva de Cézanne pela montanha e de Monet pelos jardins
aquáticos.”
Cláudio Bergamini - Maceió/AL - setembro de 2004
Arquiteto e presidente do IAB/AL
in: Texto p/ a mostra “Relevos Revelados” no MISA Museu da Imagem e do Som em Maceió/AL
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"Tchello d’Barros
é desses homens necessários à humanidade, pois se nega a permitir que sua
essência se afogue no oceano massificante do capitalismo, fazendo-a sempre
flutuante
e insinuante e com isso trazendo altos benefícios à sociedade e seus processos
culturais."
Jairo Martins – Blumenau/SC – dezembro de 2003
Poeta e escritor –
Presidente da Sociedade Escritores de Blumenau
in: Texto
da orelha do livro "O Amor à Flor da Pele
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"Tchello d’Barros...é
com certeza, um artista inquieto. Pesquisador da palavra,
de seus símbolos, sons e cores, brinda-nos agora com um jardim em forma
de trovas sobre flores que saltam das páginas deste livro.
...
O resultado é um trabalho surpreendente em sua frutífera carreira de gente que vê e sente."
Profª. Drª. Maria José Ribeiro, a Tuca – Blumenau/SC – novembro de 2003
Professora de Teoria da
Literatura na Furb
in:
Prefácio p/ o livro "O Amor à Flor da Pele"
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"Sua poesia está para
mim dentre o que há de mais denso, de tudo que já li.
"A poesia de Tchello é uma passagem...só de ida. Sem volta.
Pudera! Voltar pra quê?! E pra onde?!" "
Al-Chaer – Goiás/GO – outubro de 2003
Poeta e escritor
in:
Comentário sobre a série "Poemínimos"
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"Assim, observa-se em
Tchello d'Barros um autor com esmerada consciência
formal, que além da concisão, atenta para as várias possibilidades de
comunicação,
o que Ezra Pound chamou de "verbi-voco-visual", ou seja, no campo semântico,
sonoro e visual.
Seus inquietantes
poemínimos vem somar-se às experiências poéticas de
qualidade que publica-se atualmente no Brasil."
Marcelo Steil – Blumenau/SC – agosto de 1999
Poeta/Escritor, Presid. UBE/SC 2003
in: Prefácio para o livro "Letramorfose” de Tchello d’Barros
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"Tchello d'Barros
é essencialmente um artista multimídia. Síntese adquirida no vértice
cosmopolita dos anos noventa, quando acresceu ao movimento cultural a
personalidade multifacetada de pintar, escrever e encenar.
A diversificação que incorpora a obra desse artista, alia a cromática caligráfica
ao entendimento fractal
de movimentos e texturas, através de uma visão refinada
o impacto atemporal de múltiplas possibilidades.”
Nassau de Souza – Blumenau/SC – julho de 1998
Poeta e Produtor Cultural
in: Texto para a mostra individual "Rio Imaginário” no Espaço de Exposições da SEMED em Blumenau/SC
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“Telas, pincéis, canetas e máquinas datilográficas. Todas peças obsoletas no
laboratório virtual do cibernético Tchello d'Barros.
Chamá-lo de contemporâneo é marcar passo, neo ou pós-contemporâneo é subestimá-lo.”
Vilson do Nascimento – Blumenau/SC – maio de 1996
Crítico de Arte ABCA e AICA
in: Texto p/ a mostra “Texto e Textura” na Fundação Cultural Frei Godofredo em Gaspar/SC
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E-mail:
tchello@tchello.art.br
Telefone: (0..82) 8857-1967
Site:
www.tchello.art.br
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