Maria Helena Sleutjes

           É carioca radicada em Juiz de Fora - MG. Escreve desde sempre.  Integrante da Academia Juizforana de Letras, é colunista do
http://reagente.com, um site voltado para jovens. Publica no: http://veusdemaya.com  onde além de poemas, resenhas, artigos,  entrevistas, mantém informações sobre o Grupo que coordena com a poeta Ana Másala - Café com Poesia (e Arte).
 

              
             Seu último livro FORMAS FRACTAIS, em parceria com Cristine Guadelupe, foi editado sob a chancela da FUNALFA com apoio da Lei Murilo Mendes. Nele as autoras unem poemas de Maria Helena à imagens de Cristine, para falar de  questões existenciais e do tempo. Em 2009, lançou um livro de cartas (prosa poética) - CARTA, ENTÃO? prefaciado por Luiz Fernando Prôa. Dentre seus trabalhos destacam-se ainda livros de literatura infanto-juvenil: O baú das poetas piratas ( na  segunda edição pela Franco Editora-JF); Theodoro e Marina: confidencial - que está na segunda edição sob a direção de Adriano Zago (SP); Ana Balão (FUNALFA-JF) a ser lançado no final de 2010. Seu poema SEMPRE foi musicado por Mariana Moraes e faz parte do CD - Somente mulheres, coordenado pela ABRACE.
 



Projeto Leituras Temáticas leva arte fractal ao MAMM

 
            �O fractal é algo que participa e testemunha a ligação do ser com o cosmos,  é o mistério revelado através de elementos geométricos que estão gerando e criando o Universo�, define a poeta Maria Helena Sleutjes, a respeito de sua própria obra.  O livro Formas Fractais, que une a poesia de Maria Helena às imagens fractais da artista Cristine Guadalupe, será lançado no dia 10 de dezembro, às 19h, no Museu de Arte Murilo Mendes (MAMM), através do projeto Leituras Temáticas.  

            Os fractais são formas geométricas que se caracterizam por repetir indefinidamente um determinado padrão, com ligeiras e constantes variações. A partir dos fractais, pode-se ter uma ideia �� limitada, mas muito rica �� do Universo como imagem, pois os aspectos variam e se multiplicam indefinidamente, mantendo, entretanto, a unidade fundamental de sua forma. Partindo desta caracterização, as autoras produziram a obra, composta por 36 lâminas de tamanho A4, em que os poemas interagem com o formato e as cores das imagens. Todo o conjunto é acondicionado numa bela caixa de papel.

            Segundo Maria Helena, a história do livro é muito interessante: �Ganhei da Cris Guadalupe uma imagem fractal de presente, logo que nos conhecemos, e era algo encantador. Eu tinha algumas poesias de influência fractal, então sabia bem do que se tratava. Aquele era um presente muito especial. Apanhei a imagem e  comparei com um dos meus poemas fractais - encontrei na junção destas duas formas de expressão algo que me tocou profundamente�.

O convite para produzir o livro partiu da poeta, e o trabalho foi acontecendo aos poucos: �Ia passando para Cris meus poemas fractais, e ela, ao lê-los, traduzia em imagens fractais  (no computador) seus sentimentos�, afirma. Além de co-autora, Cristine Guadalupe é a diagramadora do livro. O resultado da relação entre a palavra e a imagem aconteceu depois de um ano de trocas e experiências. �Consideramos o livro algo muito especial, e por isso resolvemos apresentá-lo de forma especial também�, conclui Maria Helena. 
 



Confira alguns momentos do dia do lançamento. Clique na foto!



 

   


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Contatos com a autora: mhsleutjes@terra.com.br


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