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Nesta página iremos acrescentando matérias sobres
drogas.
Para um debate sem preconceito é importante que estejamos informados!
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Ministério público quer proibição da venda e do consumo de cerveja nos estádios brasileiros que irão sediar a Copa 2014.
O Ministério Público de São Paulo quer conseguir a proibição da comercialização de cerveja e bebidas alcoólicas nos estádios do país durante a Copa de 2014, que terá como sede o Brasil.
Os estádios brasileiros estão proibidos de vender cervejas desde abril de 2008, por decisão conjunta da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) com os ministérios públicos estaduais. Mas a Federação Internacional de Futebol (Fifa) estaria disposta a mudar de opinião e pedir a liberação do consumo durante a Copa por conta do contrato com a cervejaria Budweiser, que prevê venda de bebidas alcoólicas nos estádios, como nas últimas seis Copas do Mundo.
"O Ministério Público vai brigar com todas as armas para que isso não seja permitido. Não é porque é um patrocinador forte que vai querer mandar e mudar as regras do Brasil", afirmou o promotor Paulo Castilho à Agência Brasil.
Fonte: Agência Brasil/Blog Uniad
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146 projetos de lei tramitam simultaneamente na Câmara dos Deputados solicitando restrições à propaganda de bebidas alcoólicas
Projetos de lei que tratam de restrições à propaganda de bebidas
alcoólicas tramitam em conjunto, na Câmara dos Deputados, atrelados à
proposta de 1994, o
PL 4846/94. Apesar
de ser nomeada uma comissão especial para analisar os projetos sobre o
tema, o trabalho não foi adiante,
o que levou o deputado Lincoln
Portela (PR-MG) a apresentar o Requerimento 5151/09 para que
o presidente da Câmara, Michel
Temer, nomeie integrantes para discutir o assunto. Há um
total de 146 projetos parados, sendo que
alguns incluem também restrições à
propaganda de fumo, medicamentos e terapias.
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Doenças causadas pelo álcool fazem mais vítimas Saúde & Lazer
Um estudo feito pelo Ministério da Saúde (MS) constata que houve aumento no número de mortes por doenças relacionadas ao consumo de bebidas alcoólicas no País. O número passou de 10,7 mortes por 100 mil habitantes em 2000 para 12,64 em 2006, o que corresponde a uma elevação de 18,3% em seis anos. Os dados usados pela pesquisa foram retirados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) no Brasil. Neste período, 92.946 óbitos tiveram como causa doenças relacionadas exclusivamente ao uso do álcool, e 146.349 mortes ocorreram por doenças associadas à ingestão da substância, entre outros fatores. A coordenadora-geral de Doenças e Agravos Não-Transmissíveis do Ministério da Saúde, Deborah Malta, disse que apesar de o Brasil estar dentro da média mundial, o aumento (do consumo) é motivo de preocupação. "O índice varia de país para país. No México, por exemplo, onde o álcool está muito integrado à cultura local, o número de mortes tem proporções maiores, já nos países islâmicos o hábito é bem diferente e por uso frequente e prolongado e precisamos estar atentos", afirma. isso os dados são inferiores. No Brasil os números mostram o o uso frequente e prolongado e precisamos estar atentos", afirma. A pesquisa analisou exclusivamente a exposição crônica ao álcool, ou seja, o uso prolongado de grandes quantidades. Dentre as causas de mortalidade mais comuns, estão a cirrose, a pancreatite aguda e crônica (a que mais mata), doenças cerebrovasculares, envenenamento pelo álcool (mais comum na infância), entre outras. Além disso, o estudo constatou que a mortalidade é maior entre os adultos. Deborah orienta que as aqueles que rotineiramente fazem o uso excessivo do álcool procurem assistência médica. "O uso do álcool por longo prazo leva a doenças que podem ser fatais. As pessoas devem procurar uma unidade de saúde mental em seu município que atenda a usuários de álcool e drogas. Outra opção é buscar a assistência em terapias de grupo como o que é feito, com muito sucesso, pelos Alcoólicos Anônimos", afirma. A coordenadora da pesquisa destaca ainda que o apoio familiar é bastante importante. "Muitas vezes é difícil para alguém que é usuário durante muitos anos parar de repente, mesmo que isto esteja prejudicando a sua saúde. A solidariedade da família é fundamental para a recuperação", garante. Adultos entre 50 e 59 anos são os principais afetados A pesquisa do Ministério da Saúde mostra também que as maiores vítimas fatais em decorrência do uso contínuo do álcool são os adultos de ambos os sexos que estão na faixa etária entre 50 e 59 anos. A coordenadora-geral de Doenças e Agravos Não-Transmissíveis do ministério, Deborah Malta, explicou que esse foi o grupo que teve o maior aumento na taxa de mortalidade. Em 2000, havia 35 óbitos por 100 mil habitantes e, em 2006, o número passou para 45 óbitos por 100 mil habitantes. Deborah alertou para o fato de que o jovem usuário pode ser um futuro doente crônico, já que é esta faixa-etária que mais consome doses excessivas de álcool. "Com a idade aparecem os problemas. Se o jovem for um sobrevivente das causas agudas, pode, na idade mais avançada, desenvolver uma doença crônica", afirma. Os fatores agudos de mortalidade envolvem o uso do álcool por um período curto e pontual. Dentre as causas de mortalidade associadas a essa exposição à bebida, estão acidentes de trânsito, homicídios, suicídios, quedas e afogamentos. "Até 30% dos homicídios e entre 40% e 60% dos acidentes de trânsito têm relação com o álcool", destaca.
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"A solução é liberar todas as drogas"
Ex-policial americano que prendeu mil
NELITO FERNANDES
Ele passou 14 de seus 71 anos infiltrado em grupos de traficantes de
Nova Jersey, nos Estados Unidos. Hoje, anda com um broche em que está
escrito
“Policiais dizem:
legalizem as drogas. Pergunte-me por quê”.
Se você perguntar, ele lhe dará uma série de estatísticas. Se a conversa
durar um pouco mais, Cole contará sua história de vida. Em sua última
missão, Cole saiu de casa quando a filha tinha 12 anos e só tornou a
vê-la aos 14. Revoltada e acreditando ter sido abandonada, ela só voltou
a falar com o pai quando fez 21 anos. Hoje,
Cole dirige uma ONG
que reúne juízes, promotores e policiais em 76 países, todos a favor da
legalização das drogas.
Nesta entrevista a ÉPOCA, ele lista seus motivos para defender a
liberalização – e as razões para o fracasso da política antidrogas dos
EUA.
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Do
UOL Notícias - 16/11/2009 - 11h55
40%
dos jovens dependentes começaram a usar drogas entre 7 e 11 anos, aponta
pesquisa.
Pesquisa divulgada nesta segunda-feira (16) pela Secretaria de Saúde de
São Paulo aponta que 40% dos jovens atendidos pelo Centro de Referência
em Álcool, Tabaco e Outras Drogas (Cratod) começaram a usar drogas entre
7 e 11 anos. A primeira substância consumida por 57% deles foi o
cigarro. Maconha e álcool também aparecem no topo da lista, sendo
consumidos por 51% e 38% dos jovens, respectivamente. |
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Matéria obtida no Jornal da Cidade – (internet) - 01/11/2009
DROGAS: UM DESCASO DA SOCIEDADE E DO ESTADO
Diante de tragédias relacionadas às drogas como assassinatos e suicídios de pessoas que possuem um certo destaque no cenário nacional, ressurgem as discussões sobre dependência química. Sobre o que não se faz e o que precisa ser feito. Infelizmente, muitos estão morrendo vítimas das drogas e parece que pouco se tem feito. Temos visto pessoas que desesperadamente tomam atitudes extremas e absurdas, como acorrentar o filho, ou então fazer celas na própria casa para que o filho não se drogue. Em todos os casos, o que sempre podemos observar na fala destes familiares desesperados, é a inércia e a ausência do Estado. Pessoas que estão à deriva sem ter a quem recorrer. Como alguém que trabalha na área de dependência química, conheço bem a realidade dessas famílias, como também conheço a omissão do Estado. As entidades terapêuticas estão tão abandonadas quanto as famílias. Não há acompanhamento, não há ajuda financeira, enfim, as entidades que atuam nesta área, sofrem os mesmos abandonos e descasos. Por isso, muitas vezes não conseguem dar ao dependente químico nem o mínimo do tratamento exigido. A grande maioria das Comunidades Terapêuticas (CTs), não possuem terapeutas ocupacionais e psicólogos – profissionais básicos nesse tipo de tratamento – a necessidade de pessoal é suprida apenas por recuperandos, que já se encontram em uma fase mais adiantada dentro do tratamento na instituição, mas que sobrevivem das migalhas que recebem como doações, sejam elas vindas dos familiares de alguns recuperandos ou de pessoas de boa vontade. Enfim, as CTs apenas fazem tratamentos paliativos, recorrendo à espiritualidade e à fé. Isto é, entregando tanto a entidade quanto o recuperando nas Mãos de Deus para conseguirem vencer a dependência. É comum se criticarem as CTs por fazerem uso da espiritualidade com seus recuperandos, mas deixo algumas perguntas em aberto: como não recorrer à espiritualidade, num País que não está nem aí para o tratamento de dependentes químicos? Que não faz nada para que as entidades possam dar um tratamento adequado e digno aos seus recuperandos? Como as entidades (CTs) podem dar melhor qualidade de tratamento, se não têm recursos financeiros nem para manter profissionais de saúde e nem mesmo para dar suporte aos voluntários desta área? Enfim, é complicado imaginar uma mudança no quadro de violência ou de saúde, quando o assunto é drogas, pois o Estado sempre que faz alguma coisa, faz mal ou pela metade, isso quando também não está ausente. Infelizmente, o quadro de desespero de pais que têm filhos dependentes químicos como também dos absurdos que cometem, não vão ter um fim imediato, pelo contrário, cada vez aumentará mais, pois cada dia aumenta o número de dependentes químicos e diminui o de entidades destinadas ao tratamento. É comum a televisão fazer matérias sensacionalistas com entidades que tratam mal os recuperandos (dependentes químicos) e também sobre algumas entidades de renome nacional, que recebem recursos sejam do Estado ou de grandes empresários ou ainda de entidades do exterior, mas nunca vi matérias feitas nas maiorias das CTs que são pobres, mas sérias e que procuram fazer seus trabalhos mesmo sem ajuda, vivendo no total abandono do Estado. Entidades estas que são na maioria das vezes, acolhedoras dos dependentes que não possuem nenhum recurso financeiro. Em suma, é difícil parte da sociedade querer mudar a realidade das drogas e dos dependentes, se a maioria dela (sociedade) não está nem aí ou somente se interessa por este problema, quando passa a vivê-lo em sua própria casa. Ataíde Lemos
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A Rússia tenta, mais uma vez, deter o vício da vodca Clifford J. Levy
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